Não é novidade que a tecnologia da informação contribui para melhorias na área da saúde. Sua implantação abrange diferentes setores e conduz para que os serviços sejam prestados com crescente aperfeiçoamento.

Diante desse cenário, a Automação Robótica de Processos (RPA) consiste em outra ferramenta que, vinculada aos avanços tecnológicos, aprimora a qualidade das tarefas realizadas.

Nesse artigo, abordaremos alguns aspectos da RPA na saúde, esclarecendo o conceito, possibilidades de aplicação e, principalmente, os benefícios proporcionados por ela. Continue a leitura!

Afinal, o que é a Automação Robótica de Processos?

A RPA é um âmbito tecnológico que conta com robôs para promover a automação. Ela representa o auge da transformação digital, pois substitui a mão de obra humana com eficácia e a redireciona para realização de tarefas cujo raciocínio do indivíduo é mais solicitado.

Vale ressaltar que suas funcionalidades ultrapassam aquelas oferecidas pela TI tradicional, pois os robôs se adaptam melhor a novas situações e circunstâncias. Portanto, a RPA aperfeiçoa a manipulação de dados e proporciona melhor interação entre diferentes sistemas, tudo isso sendo realizado de forma autônoma.

Por fim, para que seja feita a substituição e diminuição de esforços humanos, a RPA atua com softwares, algoritmos e inteligência artificial. Veremos a seguir quais são as vantagens proporcionadas por esses fatores!

Quais são os benefícios assegurados pela RPA?

A RPA cumpre com o objetivo das tecnologias no geral: otimização do tempo e aumento na qualidade dos serviços. Mas, é necessário ressaltar cada aspecto no qual o avanço se associa à automação.

O primeiro ponto que abordaremos é o redirecionamento da mão de obra humana. Com a RPA, as tarefas repetitivas e que despendem tempo, passam a ser de responsabilidade dos robôs. Assim, os funcionários podem se dedicar para tarefas que exigem maior raciocínio intelectual, aumentando a produtividade em ambas as funções.

Para compreender a melhoria no rendimento, devemos analisar as duas esferas. A automação reduz os erros humanos, os quais acometem expressivamente a manipulação de dados. Por outro lado, com a atenção direcionada para tarefas menos repetitivas, os profissionais adquirem maior motivação, visto que não estão focados em práticas maçantes.

O tempo é outro aspecto em que a RPA está vinculada. Além de otimizar o período gasto para realização de determinada tarefa, o funcionamento de softwares é independente do horário comercial. Assim, os processos são feitos durante 24 h e em todos os dias da semana. Isso não apenas otimiza os prazos, mas também reduz custos para a instituição.

Em quais setores atua a RPA na saúde?

Agora que você já sabe o conceito e quais vantagens são vinculados com o uso da RPA, listaremos algumas ferramentas que utilizam a automação na área da saúde. Confira!

  • Administração de pessoal: as documentações movimentadas por esse setor, como as folhas de pagamento, são melhor controladas.

  • Elegibilidade do paciente: aperfeiçoa o enquadramento do paciente em determinada classificação, como: urgência, emergência, tratamento ambulatorial, internações, dentre outras. Além disso, armazena não apenas os dados pessoais básicos, mas também pode ampliar para o uso da biometria.

  • Comunicação com operadoras: a RPA possibilita que a instituição se comunique com as operadoras de saúde a fim de autorizar ou rejeitar a realização de determinado procedimento, seja ele laboratorial, clínico ou cirúrgico. Com a comunicação bem estabelecida, o agendamento e a efetivação dos serviços podem ser menos laboriosos e mais práticos.

Vimos então o qual conceito e quais os efeitos da RPA na saúde. Fica claro que uma implementação bem realizada proporciona muitos benefícios para a instituição, sendo necessário, portanto, estabelecer as melhores estratégias para execução.

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