O fluxo de alta hospitalar é, sem dúvidas, uma das rotinas mais importantes em qualquer unidade de saúde. Em termos práticos, os pacientes precisam ser liberados de forma que os leitos fiquem disponíveis para os próximos usuários. Porém, isso não é tão simples assim.

Há de se preservar o bem-estar e as condições de saúde dos pacientes. Erros e desorganização nesse processo podem trazer prejuízos financeiros e também colocar em risco todo o atendimento realizado. Neste artigo, você poderá entender melhor a respeito do fluxo e conhecer 4 dicas para controlá-lo de uma maneira mais eficiente. Continue a leitura!

Como funciona o fluxo de alta hospitalar?

Para entender o fluxo de alta de um paciente, é preciso antes pensar na jornada do usuário como um todo. Ao dar entrada na instituição, é de se esperar que a pessoa tenha passado por um procedimento de triagem, que vai determinar o tipo de atenção requerida, e também que se faça o seu cadastramento.

Em alguns casos, dependendo do grau de integração de sistemas, pode ser que por meio do documento de identificação, alguns dados sobre o paciente já estejam disponíveis. Em especial, é preciso observar o seu histórico. Caso não haja, é preciso fazer um novo levantamento.

É necessário que todas as intervenções sejam registradas em um prontuário. Quando isso é feito eletronicamente, pode agilizar bastante o processo. Então, após uma eventual internação, procedimentos cirúrgicos e outras ações, o paciente melhora e o médico responsável pode autorizar sua alta.

Cuidados

Otimizar a questão das altas é essencial. Isso quer dizer que a instituição deve trabalhar no intuito de encontrar sempre o momento ideal de liberar o leito do paciente sem comprometer a sua saúde. Ele não deve ficar tempo demais internado — até porque isso implica em riscos de infecção e outros problemas —, mas também não deve sair antes do tempo.

Ou seja, esse é um processo bastante sensível e que deve ser tratado com o máximo de atenção por todos os envolvidos.

O que fazer para melhorar o controle?

Por ser algo tão importante, o fluxo de alta hospitalar precisa ser constantemente monitorado e melhorado. As instituições precisam investir em mecanismos para manter o fluxo sempre organizado, a fim de evitar erros na liberação dos pacientes, visto que as consequências podem ser severas.

1. Faça um planejamento prévio

É imprescindível observar a quantidade de pacientes que estão ocupando leitos e monitorar as condições de cada um deles. Conhecendo a situação de cada um, você consegue planejar melhor as liberações, garantido que toda a atenção será dada de forma individualizada.

2. Obtenha a previsão das altas

Crie uma rotina na qual os médicos responsáveis passam a previsão inicial de alta e a atualizam constantemente. Dessa forma, você poderá administrar os leitos, já com uma noção em tempo real da sua capacidade de atendimento.

3. Treine os colaboradores

Seus médicos, enfermeiros, técnicos e funcionários administrativos devem ser treinados para que deem total atenção ao fluxo. Dessa forma, eles podem tratar os pacientes de um modo mais humanizado, ao mesmo tempo em que controlam as liberações, evitando que essas ocorram indevidamente.

4. Automatize os processos

Investir em tecnologia se tornou algo praticamente imprescindível para as organizações no mundo atual e isso não é diferente no setor de saúde. Hoje há opções que automatizam uma série de rotinas burocráticas, tornando os processos mais rápidos e com menores possibilidades de erros.

Pensando no controle do fluxo de alta hospitalar, a utilização de uma plataforma especializada pode ser uma importante aliada. A Intelectah oferece uma solução que torna esse processo mais seguro e ágil. Visite nosso site para saber mais!

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