Mesmo que não percebamos, estamos cercados por informações a todo momento. Na área da saúde, onde qualquer dado pode trazer sérias consequências, esse conceito é ainda mais impactante. Sejam essas informações dados pessoais, prontuários ou agendamentos, é fundamental que elas estejam corretas, no lugar certo e no momento adequado; essa é a função, hoje, dos sistemas de informação em saúde.

Encontramos esses sistemas em diversas áreas do cuidado ao paciente. Desde o cadastramento digital até procedimentos de grande porte, a tecnologia está cada vez mais presente na medicina. Mas, afinal, será que ela é mesmo indispensável?

A verdade é que, no século XXI, não há como escapar dessa revolução digital. Pensando nisso, elencamos os 5 principais benefícios dos sistemas de informação em saúde. Continue lendo para saber mais.

1. Minimização de erros humanos usando sistemas de informação em saúde

Qualquer processo manual está sujeito a erros. Na saúde, isso não está restrito apenas aos médicos. Em um hospital, por exemplo, a sobreposição de horários de salas de cirurgia pode ser um problema recorrente. Mesmo que os funcionários estejam prestando atenção, pequenos deslizes podem ocorrer a qualquer instante.

Nesse sentido, é inegável que a organização digital faz os riscos de erros humanos despencarem. No exemplo que demos acima, um software de qualidade não permitiria a sobreposição de horários em um mesmo espaço físico. Outras situações que eles podem ser aplicados são na transferência de dados entre protocolos, na transcrição de dados de prontuário e na solicitação da propedêutica.

2. Aumento na satisfação dos pacientes

A saúde, como qualquer outra área, necessita de receitas para sobreviver. Por isso, o foco de qualquer negócio que a envolva é a satisfação do cliente — ou seja, o paciente. Para qualquer gestor da saúde, portanto, mensurar e analisar a satisfação de pacientes é o primeiro passo para aprimorar seu serviço.

Algumas pesquisas nos dão pistas das causas de insatisfação dos pacientes. Sabemos que a demora no atendimento pode gerar um desgaste tão grande a ponto de causar risco de violência ao médico, por exemplo. Dentro do consultório, temos o erro médico como uma das principais causas de indenizações em todo o país.

Medidas que visem aumentar a satisfação dos pacientes, portanto, devem ter um foco especial nessas áreas. Sistemas de informação em saúde otimizam a instituição como um todo, ou seja, o fluxo de pacientes pode ser melhor organizado, o tempo de espera pode diminuir e o risco de erros ficar menor. Com isso, certamente sua satisfação também será aumentada.

Outro ponto que merece destaque é a interação do próprio paciente com a instituição de saúde. Hoje, as informações que ele precisa podem estar dentro de seu bolso, pois é possível realizar marcações de horários sem sair de casa, realizar check-in pelo smartphone e acompanhar uma solicitação em tempo real.

3. Localização de problemas

Embora os sistemas de informação em saúde tragam a automação para dentro dos hospitais, nem todo problema gerencial está resolvido. Ainda é necessário analisar fatores como salas ociosas, documentos incompletos e interação entre diferentes alas (farmácia, faturamento e bloco cirúrgico).

A boa notícia é que os próprios softwares podem auxiliar a identificar esses focos de problemas. Essa funcionalidade ocorre porque eles não apenas captam e transmitem as informações, mas também as armazenam e tratam, possibilitando uma análise crítica posterior.

Ao longo do tempo, você saberá quais setores estão tendo mais problemas e em quais processos específicos. Isso possibilita uma intervenção guiada, que é muito mais eficaz do que aquelas em que não há essas informações.

Imagine, por exemplo, que você identifique um atraso recorrente no suprimento de fármacos ao bloco cirúrgico. Analisando o fluxo de solicitação, você pode detectar um possível atraso na liberação da farmácia ou uma distância física considerável entre as duas alas.

A solução para cada um dos problemas é completamente diferente: a primeira demanda maior automatização na liberação de medicamentos, enquanto a segunda necessita de estratégias como adoção de farmácias-sentinela. Esse é um exemplo de como as informações são cruciais na tomada de decisões e no impacto que elas terão nos problemas da instituição.

4. Facilidade na comunicação

A assistência à saúde não ocorre de maneira isolada, por uma pessoa ou instituição. No Brasil, estamos imersos em uma rede complexa que envolve médicos particulares, hospitais, operadoras de planos de saúde e a rede pública. Não é incomum que as instituições tenham que estar em contato com todos esses agentes ao mesmo tempo, necessitando de agilidade e personalização.

Por isso, softwares específicos para a área da saúde têm um impacto muito positivo nas comunicações do setor. Em uma única plataforma, é possível adicionar diferentes interessados no cuidado médico, em uma interface individualizada.

Um dos exemplos mais corriqueiros é a dinamização do contato com a operadora do plano de saúde. Enquanto o contato de médicos e hospitais necessita de um teor mais técnico, a operadora demanda documentos e protocolos mais administrativos. No entanto, o teor deles não muda. Afinal, todo o processo trata dos mesmos pacientes e dos mesmos procedimentos.

Softwares que colocam os três atores em contato têm o potencial de filtrar as informações referentes a cada parte.

5. Captação de pacientes

Muitas vezes, a adoção de sistemas de informação em saúde é vista como um investimento unicamente interno. Gestores podem pensar que ele se restringe aos processos hospitalares e à automatização de processos, mas estão enganados. A captação de pacientes é um dos benefícios indiretos mais expressivos desse investimento.

Isso ocorre, principalmente, pelo “marketing boca a boca”. Um paciente satisfeito com o serviço tem maior probabilidade de indicá-lo aos seus conhecidos, gerando benefícios em cascata para a instituição. Além disso, médicos que encontram uma boa interação administrativa com certos hospitais tendem a preferir realizar procedimentos neles, também os indicando para seus pacientes.

É inegável que, no mercado, as instituições consideradas mais “modernas” são as que recebem maior visibilidade. Isso se aplica, é claro, à capacidade técnica do corpo médico e aos equipamentos de qualidade, mas não se restringe a eles, pois, de nada adianta uma estrutura física robusta sem uma organização que a acompanhe.

Em um cenário de modernização cada vez maior da medicina, os softwares estão a cada dia mais atrativos. Além de melhorarem os procedimentos internos da instituição, eles têm o potencial de otimizar a interação com quem mais importa: o paciente.

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